Mostrando postagens com marcador Direitos dos Animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Direitos dos Animais. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Marianne Thieme no 12o Festival Vegano Internacional no Rio



Marianne Thieme é uma política holandesa, ativista animal e publicitária. É presidente e líder do Partido para os Animais, primeiro partido dos direitos animais na história a ter representação em um parlamento nacional. Em 2002 Marianne e outros protetores dos animais fundaram o Partido para os Animais (Partij voor de Dieren).

Em novembro de 2007 seu partido conseguiu dois assentos no Parlamento Holandês, 9 assentos nos Governos Provinciais da Holanda e 1 assento no Senado. Ela foi eleita Talento Político de 2006 pela imprensa parlamentar da Holanda. Marianne publicou um livro sobre direitos animais ('The Animal's Century') e dezenas de artigos sobre criação intensiva de animais, caça, testes em animais, gripe aviária, rituais de abate, pele, pesca e vegetarianismo.

Em 2008, apresentou o DVD Meat the Truth, legendado pela Sociedade Vegetariana Brasileira com o título Meat the Truth: Uma Verdade Mais que Inconveniente. O filme é uma resposta ao "Uma Verdade Inconveniente" do Al Gore, que trata de algumas das causas do aquecimento global, poluição e males afins, mas deixa a questão da pecuária de lado. "Meat the truth" é o primeiro documentário a explorar a relação entre o consumo de carne e as mudanças climáticas.
meat-the-truth

A fundação Nicolaas G. Pierson, que produziu "Meat the truth" é uma espécie de braço científico do Partido dos Animais da Holanda, primeiro e único do mundo. Ao longo de pouco mais de uma hora, o filme mostra exemplos dos dados levantados pelo documento da FAO e faz uma avaliação crítica do que ele qualifica de modelo norte-americano carnívoro de dieta. Aponta também o impacto da pecuária sobre áreas naturais sendo transformadas em pastagem, com destaque para a Amazônia.

Teremos também a presença do senador Niko Koffeman, presidente da fundação Nicolaas G. Pierson.

Marianne Thieme comporá a mesa de Abertura do 12o Festival Vegetariano Internacional quando será projetado o DVD Meat the Truth: Uma Verdade Mais que Inconveniente seguido de debate com a participação de Marianne.

Veja mais:

http://www.svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&view=article&id=49%3Amarianne-thieme&catid=14&Itemid=100003〈=pt

Veja lista de participantes confirmados:

http://www.svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&view=article&id=26%3Apalestrantes-confirmados&catid=14&Itemid=100002〈=pt

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

domingo, 30 de novembro de 2008

A moda do vegetarianismo – e seus riscos

Da Época
Entenda quais são os perigos e como é possível manter uma vida saudável com uma dieta exclusivamente vegetariana
José Antonio Lima

Quando deu uma entrevista à ONG Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta), em abril, o ex-Beatle Paul McCartney causou furor. Segundo ele, uma das principais medidas que uma pessoa pode tomar para ajudar a combater o aquecimento global, e por tabela o sofrimento dos animais, alvo do Peta, é se tornar vegetariano. Para McCartney, as quantidades de água e terra usadas na produção de carne tornam a pecuária uma das maiores culpadas pelas mudanças climáticas. Como o músico, muitas outras celebridades, como os atores Richard Gere e Brad Pitt, por exemplo, têm adotado o vegetarianismo, um tipo de mudança de hábito que vem crescendo, como comprova o número cada vez maior de produtos vegetarianos que aparecem nos supermercados e de restaurantes naturais – alguns de chefs renomados – que são montados nas cidades brasileiras.

a
FAMOSOS
Vegetarianos convictos, o ator de Hollywood Richard Gere (à esq.) e o ex-Beatle Paul McCartney fazem lobby por esse tipo de comportamento para salvar o planeta

Para deixar de lado a carne vermelha, considerada a maior vilã tanto em termos de danos ao ambiente quanto de saúde, e outras carnes, no entanto, é preciso ter cuidado para não desequilibrar a alimentação. "O importante é saber que tanto quem come carne quanto os vegetarianos podem ter problemas de saúde por conta de deficiências na alimentação", diz o endocrinologista e nutrólogo João César Castro Soares, da Universidade Federal de São Paulo. Segundo ele, o aumento do número de produtos e restaurantes naturais reflete uma quantidade crescente de pessoas que optam por uma dieta vegetariana, ou parcialmente vegetariana. "As pessoas evocam filosofia de vida, questões culturais e religiosas e medo de doenças cardiovasculares para reduzir o consumo de carne", diz.

Quem não liga para o destino do gado ou para o aquecimento global tem nas doenças cardiovasculares um motivo para diminuir a ingestão de carne vermelha. Responsáveis pela morte de 32% dos homens e 27% das mulheres, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde em outubro, as doenças cardiovasculares têm entre suas causas o acúmulo de acido úrico e colesterol, gerados pelo consumo em grande quantidade de proteínas animais, presente nas carnes. "O recomendado é ingerir carnes vermelhas duas ou três vezes por semana, intercalando com carnes brancas”, diz Soares.

Como abandonar a carne vermelha

a
SEM CARNES
É preciso ter atenção para manter uma dieta completamente vegetariana

Reduzir a ingestão de carne vermelha não é uma tarefa fácil num país onde o consumo de carne bovina passa de 37 quilos por pessoa por ano. A saída mais simples é aumentar o consumo de carnes como as de frango e peixe. Mas quem faz isso não é considerado um vegetariano. Para tanto, é necessário cessar completamente a ingestão de todo o tipo de carne. Assim, a forma mais segura de rumar ao vegetarianismo é optar por uma dieta ovolactovegetariana, que inclui, além dos vegetais, pratos à base de derivados de leite e ovos. “Assim a pessoa não ficará sem as proteínas animais presentes nas carnes”, diz Soares.

A opção mais radical de vegetarianismo é o veganismo, uma filosofia que vem crescendo em todo o mundo e que proíbe seus seguidores de comer e usar qualquer produto de origem animal. O endocrinologista da Unifesp lembra que muitas pessoas que adotam esse tipo de comportamento, também conhecido como vegetarianismo restrito, substituem as carnes pela carne de soja, o que pode trazer carências nutricionais.

"A soja é o alimento que mais se aproxima da carne pela quantidade de aminoácidos que possui, mas ela não substitui totalmente a carne por falta de proteínas animais", explica. Segundo Soares, nesses casos é preciso recorrer a suplementos alimentares, como o de vitamina B12, presente apenas em produtos de origem animal. "A falta dessas proteínas e vitaminas pode causar problemas como anemia, queda de cabelo e fraqueza muscular".

Alerta: o vegetarianismo restrito não é para crianças

De acordo com Soares, a opção pelo vegetarianismo tem atraído principalmente os jovens, e muitos deles tentam transmitir esses valores para seus filhos, o que pode ser perigoso caso a opção da dieta seja muito radical. "O vegetarianismo restrito é totalmente contra-indicado para crianças e adolescentes com menos de 18 anos", diz. Ele explica que a falta de proteínas animais pode prejudicar muito o crescimento e o desenvolvimento da criança e trazer problemas como alterações funcionais nos órgãos.

Quando os ideais da família são intransponíveis e os pais desejam criar seus filhos com valores vegetarianos restritos, a solução é se preparar para cuidar diariamente de todos os detalhes da alimentação diária das crianças. "Nesses casos é preciso procurar conselho médico para evitar prejuízos para a vida da criança".

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Cuidados na adoção

Depois de mais de 20 anos de proteção animal, me sinto na obrigação de alertar os protetores que começaram há pouco a dura mas gratificante ação de cuidar do bem estar animal.

Tenho visto de tudo. E gostaria de não ter visto muita coisa.

A adoção é algo que me preocupa, pois vejo em alguns casos, como se o animal fosse uma "batata quente”. Doa-se sem fazer o Termo de Responsabilidade, sem castração, sem visitas de surpresa ao novo adotante, e por aí vai. Há pressa em passar o animal adiante. ISSO NÃO É PROTEGER!

Se raciocinarmos, estamos aumentando o problema e não resolvendo-os. Cada animal doado, ,ao longo de 1 ano, e sem castração, já se multiplica e muito. Daí novos abandonos.

Há adotantes e "adotantes". Não confiem só na aparência nem só nas informações do Termo de Responsabilidade.

É trabalhoso, eu sei, mas o animal corre riscos. Já vi psicopatas com cara de gente normal, pessoas que se transvestem de bonzinhos e utilizam animais para sacrifícios religiosos, outros que se cansaram e abandonam o animal ou não os cuidaram dentro de sua própria casa.

Especificamente no caso de gatos, não doem para pessoas que morem em apartamentos sem a famosa tela nas janelas. Se prometerem que irão colocar só entreguem o animal depois de verificar se a tela está lá.

Àqueles protetores que deixam os animais em pets para adoção, peço atenção redobrada. Os pets têm outras ocupações, e por mais que queiram nos ajudar, entre uma venda e limpar o cocô do animal, com certeza irão optar pela venda.

Sabemos que o dinheiro é um grande problema para a maioria dos protetores, se não puderem dar uma gorjeta à um funcionário do pet para cuidar desses animais que estão aguardando adoção, não há outra saída: o remédio é você mesmo fazer.

ISSO É PROTEGER, É FISCALIZAR, É CUIDAR, É AMAR.

Caso a adoção ocorra sem a castração, certifique-se pessoalmente se o adotante irá fazê-lo e cobre. Quem realmente quer adotar um animal, não se importará com as exigências do protetor animal.

Um questionário bem preenchido, com informações de relevância irá ajudá-lo na hora de escolher o adotante. Informações do tipo: "já teve outro animal?" "Morreu de quê?". Porque isso é importante? se houve um animal que morreu de cinomose, por exemplo, o ambiente ficará com o vírus de 3 a 5 anos. E se um novo animal lá for colocado, ainda sem vacina, certamente irá morrer também.

É necessário que todo o protetor, saiba das leis de proteção. Não precisa ser advogado pra saber isso. É fundamental para que se possa efetivamente proteger o animal em alguns casos. Informem-se de tudo. Sejam um pouco advogados, um pouco biólogos, um pouco médico veterinário. Facilitará na hora de passar as informações ao profissional que cuidará do animal. SABER NUNCA É DEMAIS!

Desculpem o tamanho do texto. O conhecimento só tem valor quando é compartilhado.

Estou sempre à disposição. Meu e-mail : amm13@uol.com.br

Um beijo no coração de todos,

Ana Maria de Morais

Ex-Presidente SGOPA - Goiânia

Ativista

terça-feira, 5 de agosto de 2008

O que os bichos pensam?

Novas pesquisas mostram que os animais são mais inteligentes do que se imagina. Alguns dão até sinais de consciência
Marcela Buscato para Época

Pisco Del Gaiso
CÃO-HERÓI
Brown brinca sob a supervisão de Márcio e sua mulher, Cecília. O cão achou o caminho de casa para pedir que alguém socorresse o dono

Brown é um dos 15 cães golden retriever do casal de criadores Márcio e Cecília Leite, de São Paulo. Um dos melhores representantes da raça: obediente, calmo e pouco afeito a latidos. Mas naquele 12 de outubro de 2006 nenhum de seus tratadores entendeu por que ele havia entrado em casa tão agitado, latindo e pulando nas paredes. Nem por que estava solto, fora de seu canil. Eles não sabiam que o cachorro tinha saído para passear com seu dono, Márcio. Era a primeira vez que Brown, um cão de competições de beleza, aventurava suas patas douradas pelas ruas do condomínio. A alegria do passeio acabou quando Márcio tropeçou e caiu em uma ribanceira, a 2 quilômetros de casa. Brown tentou levantá-lo. Como não conseguiu, foi buscar ajuda em casa. Ninguém lhe deu atenção. Márcio foi encontrado pela segurança do condomínio. As fraturas no rosto causadas pelo tombo e outras complicações lhe renderam 28 dias de hospital. Seis sedado. Só quando recobrou a consciência pôde desfazer o boato que corria entre médicos e enfermeiras: Brown não era o “cão que atacara” o próprio dono. “Ele tentou me salvar.” s

A atitude de Brown não é só uma emocionante demonstração de afeto. Mostra o que muitos donos de bicho de estimação desconfiam, e que novas pesquisas científicas estão começando a constatar. Os animais são mais inteligentes do que parece. Um tipo de inteligência bem parecida com a nossa. O imaginário construído em torno da idéia do filósofo francês René Descartes, no século XVII – de que os animais seriam como máquinas, desprovidos de emoção e pensamento –, persistiu até o século XX. Mas foi definitivamente sepultado por estudos recentes, como o publicado em março por cientistas da Universidade Saint Andrews, na Escócia. Eles confirmaram que os animais não estão tão distantes de nós em uma habilidade considerada exclusivamente humana: a linguagem.

Os pesquisadores provaram que um tipo de macaco africano pode combinar sons em algo que se parece com uma forma rudimentar de nosso sistema de comunicação. Nas florestas da Nigéria, os macacos de nariz branco usam um som agudo e outro gutural como alerta. Combinando os dois, um macaco avisa os outros integrantes do grupo que espécie de predador viu (um leopardo ou uma águia) e que atitude vai tomar (ficar quieto ou fugir). E ainda se identifica. Combinações como essas estão na raiz da nossa linguagem.

“Nós subestimamos a capacidade dos animais por muito tempo”, diz Irene Pepperberg, pesquisadora da Universidade Brandeis, nos Estados Unidos, uma das pioneiras no estudo da inteligência animal. Irene adora contar como outros pesquisadores reagiram quando ela anunciou que pretendia ensinar o papagaio Alex a falar. Eles queriam saber o que ela havia fumado. Parecia loucura, mas ela só queria que a ave pudesse lhe contar como pensava. Sua idéia deu tão certo que o papagaio aprendeu a contar e a diferenciar conceitos como cor, formato e material. Olhando seus brinquedos, ele sabia responder qual chave era maior, a verde ou a amarela. “Green” (verde), dizia.

O talento de Alex mostra que elementos de nossa inteligência não são exclusivos aos humanos. “Formas avançadas de processar informações estão em muitas criaturas”, afirma Irene. “Durante a evolução, tanto animais como seres humanos estavam sujeitos às mesmas pressões ambientais, que selecionaram essas características.” Entender como os animais pensam pode ajudar a revelar por que os seres humanos desenvolveram uma mente tão complexa.

A origem da linguagem é uma das questões mais intrigantes. Até onde se sabe, apenas os seres humanos possuem tal sistema. Somos capazes de dar nomes para as coisas que vemos no mundo e ainda podemos relacioná-los em uma frase, com termos sem significado concreto (como preposições e artigos). Dependendo da ordenação desses elementos, produzimos múltiplos significados. Graças a esse sistema podemos transmitir idéias abstratas, como a noção de passado, presente e futuro.

Experiências com outros primatas, nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, tentaram verificar se eles seriam capazes de aprender nossa linguagem. Os estudos ficaram famosos porque era irresistível ver chimpanzés usando a linguagem de sinais, a mesma usada por pessoas surdas. E eles tinham certo talento. Nim Chimpsky, um chimpanzé criado por pesquisadores americanos, fazia o gesto de “sujeira” (seu jeito de pedir para ir ao banheiro) só para escapar das aulas. A fêmea Washoe surpreendeu seus criadores ao unir os sinais de ave e água (ave da água) para se referir a um cisne.

As pesquisas causaram entusiasmo na década de 1970, mas logo os pesquisadores s descobriram que os animais eram apenas bons aprendizes. E que tinham uma grande capacidade para se comunicar. Porém, nunca poderiam aprender a usar as palavras como os seres humanos. Talvez falte ao cérebro deles aquilo que nos faz capaz de ter linguagem (e que até hoje a ciência não sabe exatamente o que é). Os chimpanzés haviam aprendido alguns sinais e até os combinavam aleatoriamente. Mas sem consciência do significado exato.

É por isso que um cachorro, uma criatura mais distante do ser humano na escala evolutiva, embasbacou cientistas. Há quatro anos, o cão Rico, da Alemanha, deu indícios de que talvez as bases do tipo de raciocínio que usamos para aprender a linguagem também tenham surgido em outras espécies. Rico, um border collie, usava o mesmo processo mental que as crianças humanas para aprender palavras novas. O dono apresentava a ele vários brinquedos, entre os quais apenas um era novidade. E pedia para que o cão pegasse justamente o objeto desconhecido. Rico inferia que aquele som novo só podia corresponder ao brinquedo que ainda não tinha nome. Assim ele aprendeu mais de 200 palavras.

“Por enquanto, só encontramos essa habilidade em um único cão”, diz Juliane Kaminski, pesquisadora do Max Planck Institute, o centro alemão que estudou Rico. “Mas já é suficiente para dizer que essa técnica de aprendizado não é exclusiva dos humanos.” Rico morreu aos 12 anos, no ano passado. O significado de seu talento ainda gera discussão. Há quem afirme que o cachorro não tinha nenhuma técnica inata para associar sons a objetos. Apenas teria uma grande capacidade de raciocínio, adaptado para aquela tarefa.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Jamie Oliver sufoca e mata frangos ao vivo na TV

Via Pipoca de Bits
O chef de cozinha Jamie Oliver se tornou uma celebridade por seus programas de televisão e soube utilizar este poder para conseguir fazer a diferença. Eu nunca tinha visto suas aparições na TV, mas após ver o vídeo abaixo fui saber mais e descobri que ele foi responsável pela mudança no cardápio das escolas britânicas, tirando fast-food e colocando refeições mais balanceadas para as crianças.

Em sua atual série, Jamie At Home, o chef fez várias considerações sobre como é feita a criação de galinhas e ovos para mostrar às pessoas que produtos industrializados a base de frango ou de ovos têm um preço alto quando se leva em conta a vida de as galinha tem e a maneira como elas são mortas (clique aqui para ver). Jamie se uniu ao movimento "Hugh's Chicken Run" que propõe a utilização apenas de galinha criadas de forma não industrial.

Para provar seu ponto ele apresentou em rede nacional, durante um jantar de gala, os métodos para descarte de pintos e morte de frangos. No primeiro vídeo ele convida as pessoas a colocarem pintinhos em caixas divididas entre machos e fêmeas. Depois ele explica que na indústria de ovos os pintos machos não têm importância, por isso precisam ser descartados. Depois ele faz uma demonstração ao vivo de como os pintos são mortos por sufocamento. Confira abaixo, mas aviso que o vídeo mostra mesmo os pintos morrendo, por isso se você não gostar deste tipo de coisa não assista.



Depois ele demonstra como se mata os frangos para a produção. Na Inglaterra o sistema é diferente daqui. Lá o frango têm que ser eletrocutado e depois o sangue é retirado, já no Brasil um corte é feito no pescoço e depois se espera ele morrer. As pessoas que trabalham com isso, entrevistadas por Jamie, dizem que a pessoa se acostuma a trabalhar com isso, mas que nunca fica "fácil" trabalhar matando animais. Eles também especificam que matar os frangos com eletrochoques é a maneira mais humana de se fazer isto. Confira o segundo vídeo abaixo, mas lembre que o frango realmente é morto no vídeo, por isso veja se quiser.



A reação de algumas pessoas nos dois vídeos mostra como na maioria das vezes comemos carne vinda de animeis e não nos importamos, nem sequer pensamos em como estes animais são mortos ou como eles são criados.

Na minha opinião a única criação legalizada pior que a criação industrial de frangos é a de porcos, por isso tento ao máximo evitar carne de suínos. Mas tenho consciência de como são feitas as criações de animais e por isso tento variar minhas refeições, procurando alternativas como massas e carne de soja (não reclame sem ter provado).

Fonte: Digg

sexta-feira, 25 de abril de 2008

São Paulo será sede do "Encontro Nacional de Direitos Animais"

Durante quatro dias, de 01 a 04 de maio, ativistas de todo o Brasil participam em ambiente de convivência e debate, em Porangaba (SP), de um evento de capacitação e discussão sobre a causa animal.

Com o tema “Discutindo o Movimento, Nutrindo-se nas Diferenças e Capacitando Nossos Ativistas”, o Encontro Nacional de Direitos Animais (ENDA), evento sem precedentes no país, será realizado no Parque Ecológico Visão Futuro, localizado próximo à cidade de Porangaba, a 165 km da cidade de São Paulo.

Estão confirmados mais de 30 palestrantes, entre eles o norte-americano Rynn Berry, que leciona História do Vegetarianismo na 'The New School for Social Research', a norte-americana Susan Andrews, psicóloga e antropóloga, Herón Santana, promotor de Justiça do Meio Ambiente da cidade de Salvador, Laerte Fernando Levai, promotor de Justiça em São José dos Campos, que atua na área criminal, ambiental e defesa dos animais e George Guimarães, nutricionista vegano e ativista pelos direitos animais.

O ENDA tem como objetivo integrar e capacitar ativistas e interessados pela causa animal. É voltado tanto às pessoas que exercem um papel de liderança em grupos quanto ao ativista recém-chegado ou até mesmo aos curiosos que desejam aprender mais sobre veganismo e direitos animais. As atividades possibilitarão que os participantes aprendam sobre os temas pertinentes à luta pelos direitos animais formem redes de trabalho pelo país. Sobretudo, o ENDA servirá como um fórum para a tomada de decisões importantes sobre os caminhos do movimento de defesa animal no Brasil.

Programação, biografia dos palestrantes e inscrições:

www.veddas.org.br/enda

Informações para a imprensa:
Silvana Andrade
sil_dogs@yahoo.com.br

George Guimarães
Presidente do VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade:
veddas@veddas.org.br

Fones: 11 5585-3475 / 11 9135-2116

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Blogueiros pelos direitos animais: SP



Maurício Kanno, do Animao ; Fábio Paiva, do Pelo Fim do Holocausto Animal; o Dr. Marcel Benedeti; Miriam, do Vida de Vegetariana; a Simone Nardi e a Maria Conceição, do Consciência Humana, participaram da Campus Party em SP, na segunda semana desse mês. 

Para saber mais, clique nos links!  

Faça a sua parte.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Novo site!

Está no ar o site www.direitosanimais.org, repleto de informações sobre direitos animais, escravidão animal e veganismo.

Tire suas dúvidas, entenda melhor a teoria abolicionista e saiba como aplicá-la. Não deixe de conferir também nossa seção de perguntas e respostas. O site está aberto a colaborações! Quem se interessar pode escrever para: contato@direitosanimais.org

A Equipe direitosanimais.org

Dida Rio

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

NATAL ANIMAL

Planeta dos Bichinhos & SOS Felinos e Caninos

CONVIDAM:

15 DE DEZEMBRO – entre 10:00 / 14:00
em Botafogo : na Rua General Polidoro, no centro da Praça Mauro Duarte, em frente
ao Shopping dos Sabores, atrás do Hortifruti.

CAMPANHA NATAL SEM FOME DOS BICHINHOS
Estaremos arrecadando doação de ração para
cães e gatos, remédios, coleiras, etc.

Atenção: neste dia parte da renda dos PetsShops Planeta dos Bichinhos em Botafogo (Rua General Polidoro, 58) e na Urca (Rua Marechal Cantuária, 156) será revertida para o SOS Felinos e Caninos. Igualmente você poderá comprar nestes pets a sua doação de ração em qualquer dia, que nos será entregue.

VENHA PARTICIPAR DESTA FESTA E CONTRIBUA COM O NOSSO TRABALHO
- Benção dos Animais
- Teatro
- Desfile de Cães com fantasia de Papai Noel
- Atividades para as crianças
- Conscientização vegetariana/vegana
- Campanha de Adoção do SOS Felinos e Caninos
(trazer documento de ID e comprovante de residência)
- Campanha de Posse Responsável
- Brindes
- Venda de peças para ajudar os bichinhos

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Cães e gatos não poderão mais ser expostos presos para fins comerciais

fonte O Dia
Com projeto na Alerj, confinamento a que cães, gatos e outros mamíferos são submetidos nas chamadas pet-shops pode estar com os dias contados

Rio - O confinamento a que cães, gatos e outros mamíferos são submetidos nas chamadas pet-shops está com os dias contados. O deputado Coronel Jairo (PSC) apresentou o projeto de lei 1745/04, que pretende proibir estes estabelecimentos de expor os animais para venda em vitrines e gaiolas onde eles, segundo defende, ficam em más condições.

O projeto, que a Assembléia Legislativa do Rio votará nesta quarta-feira, em primeira discussão, estabelece multa de até cinco mil Ufirs (R$ 8,5 mil) para os estabelecimentos comerciais que não cumprirem a obrigação. Segundo o autor, a proposta tem a intenção de impedir os maus tratos a que os animais são submetidos quando expostos nesses locais.

"Essa exposição comercial em vitrines e em gaiolas perdura por semanas, e até por meses. Enquanto o animal não se encontra na vitrine para exposição aos transeuntes, fica enclausurado em gaiolas dentro da loja, até que algum cliente resolva por adquiri-lo. Nosso objetivo é proteger os cães, gatos e outros mamíferos dos abusos cometidos pelos comerciantes que apenas visam ao lucro, sem respeitar os direitos dos animais", critica o parlamentar.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Abaixo-Assinado pelos animais

O abaixo-assinado pela não votação do PL 1.153/95 até que haja a discussão com a sociedade, já conta com mais de 17 mil assinaturas!

ASSINE A PETIÇÃO URGENTE CONTRA A APROVAÇÃO DO PL 1153/95 QUE PRETENDE REGULAMENTAR A PRÁTICA VIVISSECSSIONISTA, EXPONDO MILHARES DE VIDAS INOCENTES E INDEFESAS ÀS TORTURAS MAIS BÁRBARAS.

O Abaixo-assinado pela não votação do PL 1.153/95 até que haja a discussão com a sociedade ao Congresso Nacional foi criado pela VEDDAS - Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade e escrita por George Guimarães (veddas@veddas.org.br).

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Semana de Proteção Animal

PRIMEIRA SEMANA DA PROTEÇÃO ANIMAL DA ANCLIVEPA
(ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS DE SP)

Nina Rosa, George Guimarães, Sergio Greiff, Renata Martins, Ângela Caruso, Marco Ciampi, Regina Macedo, Rogério Gonçalves, Gioso, Fábio Paiva, Júlio Mancha, Deputado Feliciano.

Todos palestrando na Anclivepa. Aberto também a não Veterinários, evento inédito em defesa dos animais, você não pode ficar de fora!!!

5 A 8 DE NOVEMBRO DE 2007

SEGUNDA-FEIRA 5/11

Direito Animal
PALESTRANTE: Rogério Gonçalves (Advogado)
HORÁRIO: 19:30h às 20:15h

Veganismo,Libertação Animal, Abolicionismo, Bem-Estar Animal
PALESTRANTE: Renata Martins (Advogada)
HORÁRIO: 20:2 0h às 21:05h

COFFEE BREAK - 21:05h às 21:20h

Panorama do Movimento dos Direitos dos Animais nos dias de hoje - Animal Liberation Front (ALF): o que é isso? - Amor X Retorno Financeiro
PALESTRANTE: Fábio Paiva (Ativista pelos Direitos Animais)
HORÁRIO: 21:20h às 22:05h

TERÇA-FEIRA 6/11

Veterinários Solidários
PALESTRANTE: Marco Ciampi (Presidente da Arca Brasil)
HORÁRIO: 19:30h às 20:15h

Métodos Alternativos à Experimentação com Animais
PALESTRANTE: Sérgio Greif (Biólogo)
HORÁRIO: 20:20h às 21:05h

COFFEE BREAK - 21:05h às 21:20h
Panorama do Movimento dos Direitos dos Animais no Brasil; Últimas Manifestações; Bem-estar X Abolicionismo
PALESTRANTE: Júlio Mancha (Ativista pelos Direitos Animais)
HORÁRIO: 21:20h às 22:05h

QUARTA-FEIRA 7 DE NOVEMBRO DE 2007)
A Importância da Educação na Guarda Responsável
PALESTRANTE: Nina Rosa (Presidente do Instituto Nina Rosa)
HORÁRIO: 19:30h às 20:15h

Alimentação Vegetariana, Nutrição e Saúde
PALESTRANTE: George Guimarães (Nutricionista, Nutriveg e Restaurante Vegethus)
HORÁRIO: 20:20h às 21:05h

COFFEE BREAK - 21:05h às 21:20h

Eutanásias nos CCZs; Programas Alternativos
PALESTRANTE: Deputado Feliciano Filho
HORÁRIO: 21:20h às 22:05h

QUINTA-FEIRA 8 /11

Campanhas de Castração, Regulamentação do Comércio e Microchip em cães.
PALESTRANTE: Regina Macedo (Assessora Parlamentar - Tripoli e Jornalista) e Ângela Caruso (Presidente da ONG Quintal de São Francisco)
HORÁRIO: 19:30h às 20:15h

Perguntas e Respostas sobre os temas abordados na Palestra anterior.
PALESTRANTE: Regina Macedo (Assessora Parlamentar - Tripoli e Jornalista) e Ângela Caruso (Presidente da ONG Quintal de São Francisco)
HORÁRIO: 20:20h às 21:05h

COFFEE BREAK - 21:05h às 21:20h
Considerações Finais sobre os Veterinários na Proteção Animal

PALESTRANTE: Marco Antônio Gioso (Presidente dos Clínicos Veterinários - Anclivepa)
HORÁRIO: 21:20h às 22:05h

LOCAL: Sede da Anclivepa
Av. Faria Lima, 1616 - 11andar
Inscrições bemestar@anclivepa-sp.org.br
(11) 3813-6568/5520 com Érika, Luana ou Bertha

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Carlos Naconecy em chat sobre experimentos com animais, bioética e nanotecnologia

Não percam esta oportunidade de discutir os direitos animais entre pesquisadores!

O projeto de divulgação da nanotecnologia - da Rede de Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente (Renanosoma), nova área do conhecimento multidisciplinar, que trata da manipulação da matéria em escala atômica incluiu duas discussões de bioética, inclusive com o Carlos Naconecy, um dos maiores acadêmicos brasileiros estudiosos dos direitos animais.

Os encontros fazem parte do projeto Engajamento Público em Nanotecnologia, apoiado pelo CNPq e coordenado pela Renanosoma) sediada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo.

Para participar, basta entrar em http://chat.ipt.br/renanosoma/index.php?agenda no dia e hora marcados, clicar no assunto atual e digitar seu nome de usuário. A duração de cada bate-papo é de cerca de uma hora.

26/10/2007, sexta-feira, 10 horas
Ética e experimentos com animais
Carlos Naconecy - Engenheiro civil e filósofo, mestre e doutor em Filosofia pela PUC do Rio Grande do Sul com período sanduíche na Universidade de Cambridge, sua tese é sobre o biocentrismo moral e o bio-respeito em ética ambiental. Publicou o livro "Ética & Animais".

29/10/2007, segunda-feira, 14 horas
Bioética e Nanotecnologia
João Carlos Ledo - Engenheiro eletrônico pela FEI, MBA em marketing pela FGV, é mestre pela Universidade São Camilo em Bioética. Sua dissertação abordou as questões bioéticas suscitadas pela Nanotecnologia.

Saiba mais no site: http://nanotecnologia.incubadora.fapesp.br/

Contamos com sua presença!

Enviado por: Maurício Kanno
Renanosoma / IPT
http://kanno.com.br/

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Pontos de vista do mercado

É brasileiro e não faz feio
06/09/2007 na Exame
Os produtores nacionais decidiram apostar no foie gras, uma das mais sofisticadas iguarias do mundo - o resultado pode ser conferido nos melhores restaurantes do país

Por Adriana Pavlova
Produtores brasileiros passaram a última década tentando imitar algumas das jóias da boa mesa francesa. Primeiro, foi o champanhe. Após anos aprimorando a técnica de produção, os vinicultores da Serra Gaúcha conseguiram dar ao espumante brasileiro um padrão de qualidade considerado razoável pelos especialistas. Caminho semelhante seguiram os fabricantes de queijos típicos franceses, como camembert e brie -- com resultado longe do fenomenal.

Uma cópia nacional, porém, atingiu recentemente padrões próximos aos originais: o foie gras (fígado de pato ou ganso), tido como uma das mais refinadas iguarias da culinária francesa. Muitas vezes sem que o consumidor se dê conta, o foie gras brasileiro é servido em praticamente todos os restaurantes de alto padrão do país. Entre os chefs de cozinha que adotaram o produto nacional estão Alex Atala e o francês Claude Troisgros, autor do prato que ilustra estas páginas, de foie gras com caju. "Hoje, o exemplar brasileiro chega a ser melhor do que o francês, pois resseca menos quando é cozido", diz Troisgros. "E, se o prato é bom, ninguém quer saber de onde vem."

O foie gras é um dos alimentos mais politicamente incorretos do planeta. O motivo é o método de produção, considerado cruel. Funciona em duas etapas. Na primeira, a ave passa 90 dias em galpões, sendo alimentada normalmente. É nos 12 dias seguintes que entra em cena a técnica de alimentação que causa repulsa aos espíritos mais sensíveis. Uma quantidade crescente de milho cozido é enfiada no animal por um funil, goela abaixo, com o objetivo de engordar seu fígado. A porção diária começa com 200 gramas e chega a 1 quilo no final do processo, quando o fígado atinge um tamanho dez vezes maior que o normal. A revolta com o tratamento dispensado aos animais é tão grande que a comercialização de foie gras foi proibida em algumas cidades, como Chicago, nos Estados Unidos. Lá, já há um mercado paralelo de fígado de ganso, numa bizarra repetição em pequena escala dos tempos da Lei Seca. A multa para os gourmets que burlam a lei vai de 250 a 500 dólares. A Califórnia já marcou data para o banimento (2012), e diversos outros estados consideram seguir o mesmo caminho. A repressão vem causando um novo fenômeno, a produção de cópias fajutas da iguaria. Alguns chefs americanos tentam reproduzir o sabor e a textura do foie gras usando ingredientes como fígado de frango, trufas e até mesmo tofu. A técnica politicamente correta foi apelidada de faux gras, um trocadilho com a palavra "faux", que significa falso em francês. A técnica, claro, é considerada ridícula pelos chefs mais tradicionalistas.

Leitura completa aqui.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Direitos Animais é uma questão ambiental

Por Jaqueline B. Ramos* para Envolverde

Todos os anos os ativistas de direitos animais dos Estados Unidos e alguns representantes de outros países se reúnem numa conferência para trocar idéias e discutir os avanços do movimento de defesa dos animais. Trata-se da Animal Rights, evento idealizado há 15 anos pela organização sem fins lucrativos FARM (Farm Animal Reform Movement). Este ano a conferência foi realizada na cidade de Los Angeles entre os dias 19 e 23 de julho e os cerca de 1000 participantes discutiram questões que foram além das estratégias de ações de defesa, campanhas e vegetarianismo/ veganismo no âmbito de ações de exploração covardes cometidas contra os animais. Conclui-se que além de ser uma prática ética em relação aos bichos, Direitos Animais é uma questão ambiental.

Em tempos de manchetes sobre aquecimento global, já foi amplamente divulgado o fato de que a pecuária e todos os outros processos que geram produtos de origem animal são grandes vilões do meio ambiente por conta da devastação de florestas, alto consumo de cereais e desperdício e poluição das águas. Leitura completa aqui.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

China and Vietnam battle lethal pig disease

24 August 2007
Source: SciDev.Net
Scientists believe a deadly strain of the pig virus that causes 'blue-ear disease' has evolved after cases were reported this year in China and Vietnam.
China has reported losing or culling over 600,000 pigs with blue-ear disease —porcine reproductive and respiratory syndrome — since mid-2006 when this strain first appeared. Vietnam began reporting cases in March this year.

Blue-ear disease weakens the infected pig's immune system. Adult animals often survive, but piglets frequently die from secondary bacterial infections, which can turn ears blue.
But sows and piglets are dying in the current outbreak. A group from the Institute of Microbiology in Beijing have described a genetic variation in the virus that they believe may be responsible for its increased deadliness.

Some media outlets have accused China of not sharing virus samples, but the Food and Agriculture Organization (FAO) in Beijing says this is premature, stating that it has not yet asked the Chinese government for samples or permission to investigate the outbreak, but intends to make a request soon.

The Vietnamese government has already requested assistance from the FAO after outbreaks increased in June and July. Samples are currently being analysed in US-based laboratories.

Link to full article in Science